Saturday, September 17, 2005

Afinal, sei ou não sei?

Há 2 razões para acharmos que sabemos muito de alguma coisa: ou
sabemos mesmo ou não conhecemos ninguém que saiba mais do que nós.

Esta semana, no trabalho, tive que actualizar uma lista de skills.Estamos a falar de uma lista que inclui conhecimentos técnicos, bem como a experiência adquirida em cada um deles. Com base nisto, devia classificar cada um como: trained, beginner, skilled, expert.

Se há alguns em que seria óbvio que era trained ou beginner, a minha grande dificuldade foi distinguir entre skilled e expert. Se é certo que programo na mesma linguagem há seis anos, e se calhar por isso mesmo, e-conheço pessoas que estão "mais à frente". Que questionam as coisas e não se limitam a estar actualizadas. Ora, ao fim de seis anos, eu gostaria de me considerar expert, mas se me comparar com essas pessoas, seria skilled ou então beginner, mesmo! No entanto, se olhar à minha volta, entre todas as pessoas que conheço, sou capaz de estar entre as duas ou três que mais sabem do assunto, e a prova é que sou frequentemente consultada. Então, deveria ser expert, não?

Enfim, bati a minha arrogância e pus skilled.

Saturday, September 10, 2005

O amolador acordou

Depois de ter chegado a pensar que a música do amolador iria ficar apenas guardada nas minhas recordações de infância, hoje fiquei a saber que o amolador foi ressuscitado!

Hoje, às 9h50 da madrugada, lá andava ele no meu bairro. "Prrrriiiiiii (a subir) pausa prrrrriiiiiii (a descer, com flutuações)". Sinceramente, não estou a ver quem é que pode querer amolar facas ou tesouras ou consertar chapéus de chuva a esta hora (yawnnnn), mas enfim!

Ai! Só sei que sinto os cabelos brancos a fazer "pop"!!!! :D


Wednesday, September 07, 2005

Estupidez inspirada

Há pouco mais de três anos que estivémos a arrumar as nossas tralhas na arrecadação. Nessa altura, já tínhamos a intenção de, se tudo corresse bem, um dia mudarmos para uma casa maior. Mesmo assim, quando desempacotámos alguns livros escolares, decidimos dispô-los nas prateleiras das estantes metálicas como se de uma biblioteca se tratasse: todos direitinhos, por ordem (de ano escolar, provavelmente) e bem encostadinhos uns aos outros.

Boa, espertinha! Três anos e uma intervenção de abertura de um respirador na parede depois, tens esses mesmos livros por embalar e cheios de entulho por cima! Deves estar satisfeita com o resultado, hein?

Como é que se pode ser tão pouco visionária?! Ando há várias semanas a inventar coisas para fazer para não ter que ir para a arrecadação, na companhia das aranhas que por lá se passeiam, sacudir aquela porcaria daqueles livros que já não servem nem para dar a ninguém! Que raiva! Arrghhh!!!